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Aiiii é MUITO ruim ficar sem a minha filhota aqui comigo... tá, eu tava mesmo precisando dum descanso, e sei tbém que 2 semanas passam voando. Sair um pouco, rever algumas pessoas, conversar com amigas, ouvir um bom jazz, beber uma boa cerveja, tudo isso é ótimo. Mas o vazio que a ausência dela deixa...
Eu sei que eu preciso trabalhar, mas nesse momento eu realmente não gostaria de estar fazendo outra coisa além de ser mamãe da minha peixinha. E a minha vida pode não estar lá essas coisas, mas onde estou me agrada. Tenho tudo o que preciso: minha filha. E paz.
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July 08, 2009
July 06, 2009
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Essa carinha linda revolucionou a minha vida, me revolucionou. Me virou do avesso, me esticou e me encolheu, me forçou a extremos, para testar a minha resiliência.
Sobrevivendo, apesar de parecer a mesma de sempre, nada mais é o mesmo de sempre, nem nunca mais será.
Por essa menina tão especial, minha vida sempre será tudo o de mais imprevisível e improvisável que existe. Pensando bem, não tinha mesmo como ser diferente.
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Essa carinha linda revolucionou a minha vida, me revolucionou. Me virou do avesso, me esticou e me encolheu, me forçou a extremos, para testar a minha resiliência.
Sobrevivendo, apesar de parecer a mesma de sempre, nada mais é o mesmo de sempre, nem nunca mais será.
Por essa menina tão especial, minha vida sempre será tudo o de mais imprevisível e improvisável que existe. Pensando bem, não tinha mesmo como ser diferente.
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"Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade."
Mário Quintana
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"Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade."
Mário Quintana
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June 28, 2009
Névoa neurológica
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A Mila está agora com 3 anos e meio. Está começando com algumas reações de compreensão que costumam aparecer nas crianças com cerca de 2 anos. Reações de compreender o que vê e ouve e o que isso a faz sentir, e então reagir de acordo com o sentimento, e não mais apenas repetindo e mimetizando comportamentos. Também está começando a falar mais espontâneamente, e já compreende quando deve agradecer por algo, e é uma gracinha! Sem eu precisar ficar falando "Olha filha, tem que dizer obrigado...", ela já o faz, e parece fazê-lo conscientemente. Assim como já compreende também o que significa "Quer levar um tapa é?!", pois naturalmente a resposta sempre é não. Rssss! Tadinha! (Mas isso é realmente eficaz, funciona mesmo!)
Ver ela reagindo a todos esses estimulos é uma recompensa muito gostosa e significativa! Pois cada dia que passa ela vai vencendo as suas dificuldades físicas, o que o Cristóvão chama de névoa neurológica, e isso é muito importante. Nem todo indivíduo Down consegue isso, é algo realmente difícil. Requer muitas vezes uma força de vontade herculea do indivíduo, e uma paciência infinita de quem cuida dele.
O preço disso tudo?!? Você não vai querer saber...
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A Mila está agora com 3 anos e meio. Está começando com algumas reações de compreensão que costumam aparecer nas crianças com cerca de 2 anos. Reações de compreender o que vê e ouve e o que isso a faz sentir, e então reagir de acordo com o sentimento, e não mais apenas repetindo e mimetizando comportamentos. Também está começando a falar mais espontâneamente, e já compreende quando deve agradecer por algo, e é uma gracinha! Sem eu precisar ficar falando "Olha filha, tem que dizer obrigado...", ela já o faz, e parece fazê-lo conscientemente. Assim como já compreende também o que significa "Quer levar um tapa é?!", pois naturalmente a resposta sempre é não. Rssss! Tadinha! (Mas isso é realmente eficaz, funciona mesmo!)
Ver ela reagindo a todos esses estimulos é uma recompensa muito gostosa e significativa! Pois cada dia que passa ela vai vencendo as suas dificuldades físicas, o que o Cristóvão chama de névoa neurológica, e isso é muito importante. Nem todo indivíduo Down consegue isso, é algo realmente difícil. Requer muitas vezes uma força de vontade herculea do indivíduo, e uma paciência infinita de quem cuida dele.
O preço disso tudo?!? Você não vai querer saber...
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June 24, 2009
What sucks
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Cuidar da Mila é a melhor parte. Cuidar dela, dar banho, fazer comida, cuidar das suas roupinhas, cuidar dela quando está doentinha... é a melhor parte da minha vida! Me dedicar a ela, porque ela precisa, porque ela merece. Ver ela melhorar da gripe, e usando uma roupa linda que fui eu que cuidei, e saber que ela se alimenta bem e cresce bem, porque sou eu que cuido, e ver ela aprendendo a falar, a entender o mundo, e porque sou eu que estou fazendo isso por ela... é uma sensação permanente de vitória.
O que irrita é ver o quanto minha mãe me criou errado. Saber que precisou 3 anos e 6 meses de vida da pequena - e 29 anos e 9 meses de vida minha - pra eu finalmente compreender isso, e começar a aceitar.
Minha mãe me criou errado para o mundo de ser mãe. Ela me criou certo para o mundo de ser independente, solteira, sendo profissional em alguma coisa, mas nunca para ser dona de casa. Não como modo de vida, não como opção. Ela sempre fez questão de me dizer (e para minhas irmãs também, e hoje isso resultou em 4 catástrofes diferentes) que ser mãe e dona de casa e só, é tudo o de pior que pode acontecer na vida de uma mulher, que isso é injusto conosco, e que isso a fez sofrer dores imensas e indizíveis. Aparentemente, a se observar pelas vidas dessas 4 filhas-mães, ela realmente conseguiu incutir, senão incrustar isso em nós, nas nossas personalidades.
Minha mãe me criou errado quando me fez acreditar que eu tinha a obrigação de fazer tudo, se virar sozinha. Dar conta de ser mãe e profissional, sendo equilibrada, serena e feliz! Ha ha ha! Eu não tenho uma memória sequer de que algum dia ela tenha sido assim. Só sei que a lavagem cerebral que ela nos fez foi algo tão ostensivamente bem feita que até hoje eu me sentia um completo fracasso, e com uma insatisfação cruel constante, esgotando as alegrias que vira e mexe me visitam. Aliás, aí está uma boa contradição: quando uma alegria aparecia, e eu me entregava a ela, era quase como se eu estivesse cometendo um crime. Parece que o valor do meu sucesso está intrinsicamente e diretamente ligado ao meu nível de sofrimento pessoal.
Nesse momento, depois de tudo o que foi o evento Emília viver, que ela estava lá e testemunhou o que foi, dizer à ela que não preciso do sucesso profissional pra me sentir bem, que me basta o sucesso da Emília ser essa garotinha inacreditavelmente feliz que ela é, pode ser algo pensável, mas está longe de ser algo praticável.
Claro, existem milhões de outras coisas que me irritam, e que efetivamente, são o que me estressam. O maior estress da mãe contemporânea e solteira - e sozinha - é a pressão (= cobranças) do mundo dos homens, que é extremamente hostil e cruel para com mães e filhos. Isso sem sequer incluir o fato "filhos especiais". Mas saber que minha mãe viveu tudo isso, e não me preparou para nada disso, é o que me deixa realmente puta da cara.
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Cuidar da Mila é a melhor parte. Cuidar dela, dar banho, fazer comida, cuidar das suas roupinhas, cuidar dela quando está doentinha... é a melhor parte da minha vida! Me dedicar a ela, porque ela precisa, porque ela merece. Ver ela melhorar da gripe, e usando uma roupa linda que fui eu que cuidei, e saber que ela se alimenta bem e cresce bem, porque sou eu que cuido, e ver ela aprendendo a falar, a entender o mundo, e porque sou eu que estou fazendo isso por ela... é uma sensação permanente de vitória.
O que irrita é ver o quanto minha mãe me criou errado. Saber que precisou 3 anos e 6 meses de vida da pequena - e 29 anos e 9 meses de vida minha - pra eu finalmente compreender isso, e começar a aceitar.
Minha mãe me criou errado para o mundo de ser mãe. Ela me criou certo para o mundo de ser independente, solteira, sendo profissional em alguma coisa, mas nunca para ser dona de casa. Não como modo de vida, não como opção. Ela sempre fez questão de me dizer (e para minhas irmãs também, e hoje isso resultou em 4 catástrofes diferentes) que ser mãe e dona de casa e só, é tudo o de pior que pode acontecer na vida de uma mulher, que isso é injusto conosco, e que isso a fez sofrer dores imensas e indizíveis. Aparentemente, a se observar pelas vidas dessas 4 filhas-mães, ela realmente conseguiu incutir, senão incrustar isso em nós, nas nossas personalidades.
Minha mãe me criou errado quando me fez acreditar que eu tinha a obrigação de fazer tudo, se virar sozinha. Dar conta de ser mãe e profissional, sendo equilibrada, serena e feliz! Ha ha ha! Eu não tenho uma memória sequer de que algum dia ela tenha sido assim. Só sei que a lavagem cerebral que ela nos fez foi algo tão ostensivamente bem feita que até hoje eu me sentia um completo fracasso, e com uma insatisfação cruel constante, esgotando as alegrias que vira e mexe me visitam. Aliás, aí está uma boa contradição: quando uma alegria aparecia, e eu me entregava a ela, era quase como se eu estivesse cometendo um crime. Parece que o valor do meu sucesso está intrinsicamente e diretamente ligado ao meu nível de sofrimento pessoal.
Nesse momento, depois de tudo o que foi o evento Emília viver, que ela estava lá e testemunhou o que foi, dizer à ela que não preciso do sucesso profissional pra me sentir bem, que me basta o sucesso da Emília ser essa garotinha inacreditavelmente feliz que ela é, pode ser algo pensável, mas está longe de ser algo praticável.
Claro, existem milhões de outras coisas que me irritam, e que efetivamente, são o que me estressam. O maior estress da mãe contemporânea e solteira - e sozinha - é a pressão (= cobranças) do mundo dos homens, que é extremamente hostil e cruel para com mães e filhos. Isso sem sequer incluir o fato "filhos especiais". Mas saber que minha mãe viveu tudo isso, e não me preparou para nada disso, é o que me deixa realmente puta da cara.
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June 22, 2009
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A prova até nem foi difícil. Se você já jogou Batalha Naval algum dia, consegue se virar em Brasília, tranquilo.
Difícil mesmo está em chegar em casa. Voe Gol!
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A prova até nem foi difícil. Se você já jogou Batalha Naval algum dia, consegue se virar em Brasília, tranquilo.
Difícil mesmo está em chegar em casa. Voe Gol!
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June 20, 2009
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Amanhã tenho prova do concurso da INFRAERO. Não toquei num mísero texto, sequer lembro a fórmula da necessidade de calagem. Vai ser no improviso, como de costume. Mas tomara que seja pra ser na minha vida.
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Terminei O filho eterno - ainda vou escrever minhas impressões sobre o que li, algumas coisas ainda estou digerindo... depois escrevo aqui sobre isso, mas já penso que todos da minha família deveriam ler.
Na seqüência, as novas aquisições:


(Me desejem boa sorte.)
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Amanhã tenho prova do concurso da INFRAERO. Não toquei num mísero texto, sequer lembro a fórmula da necessidade de calagem. Vai ser no improviso, como de costume. Mas tomara que seja pra ser na minha vida.
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Terminei O filho eterno - ainda vou escrever minhas impressões sobre o que li, algumas coisas ainda estou digerindo... depois escrevo aqui sobre isso, mas já penso que todos da minha família deveriam ler.
Na seqüência, as novas aquisições:


(Me desejem boa sorte.)
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June 19, 2009
June 18, 2009
O dia da marmota
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Um repórter de televisão que faz previsões de metereologia vai à uma pequena cidade para fazer uma matéria especial sobre uma festa tradicional no inverno: o Dia da Marmota. Querendo ir embora o mais rapidamente possível, ele inexplicavelmente fica preso no tempo, sendo condenado a repetir sempre os eventos daquele dia.
Apesar deste filme não possuir nenhum aspecto ligado ao sobrenatural ele possui uma característica interessante: à medida que o protagonista vai tendo oportunidade de reviver o mesmo dia seguidamente, ele passa a procurar viver diferentes experiências, e, aos poucos vai se modificando, vai ficando mais humano, vai se desenvolvendo intelectual e moralmente e procura com o tempo fazer a cidade ter um dia perfeito, ajudando as pessoas a vencerem seus problemas, e com isso se tornando uma pessoa melhor.
- Groundhog day (1993)
É ficção, mas a estória é um tanto familiar para mim...
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Um repórter de televisão que faz previsões de metereologia vai à uma pequena cidade para fazer uma matéria especial sobre uma festa tradicional no inverno: o Dia da Marmota. Querendo ir embora o mais rapidamente possível, ele inexplicavelmente fica preso no tempo, sendo condenado a repetir sempre os eventos daquele dia.Apesar deste filme não possuir nenhum aspecto ligado ao sobrenatural ele possui uma característica interessante: à medida que o protagonista vai tendo oportunidade de reviver o mesmo dia seguidamente, ele passa a procurar viver diferentes experiências, e, aos poucos vai se modificando, vai ficando mais humano, vai se desenvolvendo intelectual e moralmente e procura com o tempo fazer a cidade ter um dia perfeito, ajudando as pessoas a vencerem seus problemas, e com isso se tornando uma pessoa melhor.
- Groundhog day (1993)
É ficção, mas a estória é um tanto familiar para mim...
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June 09, 2009
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Em 1980, na visita do Papa João Paulo II a Curitiba, eu era uma bebê de quase 1 ano. Meus pais, pra fugir da multidão no centro da cidade, escolheram uma das torres de transmissão da Av. das Torres, no sentido do aeroporto, para ficarm parados na base, que é um pouco elevada do nível da rua. Então ficamos eu no colo do meu pai e minha mãe grávida (e visivelmente beeeeem grávida) da minha irmã Yara, os três ali, parados, esperando a passagem do ônibus que levava aquele bom senhor de volta ao aeroporto.
Eu era uma bebê bem gordinha, cheia de dobrinhas e com os cabelos meio ruivos, bem cacheados. Minha mãe me vestiu de amarelo claro e branco, as cores da bandeira do Vaticano. Quando o ônibus do Papa passou por nós, então ele diminuiu a velocidade, e aquele senhorzinho, da sua janela, acenou para nós e nos fez o sinal da cruz.
Então, na minha vida, recebi duas grandes bênçãos. A do bom representante de Deus na Terra, e da do próprio Pai, ao me confiar uma florzinha tão rara e preciosa, para cultivar no jardim da vida.
Acredito muito que isso deve ter algum valor, em algum lugar do universo. Por isso, muitas vezes, não compreendo porquê estou vivendo as coisas que estou vivendo.
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Em 1980, na visita do Papa João Paulo II a Curitiba, eu era uma bebê de quase 1 ano. Meus pais, pra fugir da multidão no centro da cidade, escolheram uma das torres de transmissão da Av. das Torres, no sentido do aeroporto, para ficarm parados na base, que é um pouco elevada do nível da rua. Então ficamos eu no colo do meu pai e minha mãe grávida (e visivelmente beeeeem grávida) da minha irmã Yara, os três ali, parados, esperando a passagem do ônibus que levava aquele bom senhor de volta ao aeroporto.Eu era uma bebê bem gordinha, cheia de dobrinhas e com os cabelos meio ruivos, bem cacheados. Minha mãe me vestiu de amarelo claro e branco, as cores da bandeira do Vaticano. Quando o ônibus do Papa passou por nós, então ele diminuiu a velocidade, e aquele senhorzinho, da sua janela, acenou para nós e nos fez o sinal da cruz.
Então, na minha vida, recebi duas grandes bênçãos. A do bom representante de Deus na Terra, e da do próprio Pai, ao me confiar uma florzinha tão rara e preciosa, para cultivar no jardim da vida.
Acredito muito que isso deve ter algum valor, em algum lugar do universo. Por isso, muitas vezes, não compreendo porquê estou vivendo as coisas que estou vivendo.
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